A campanha do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quer apresentar o senador ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um nome competitivo da direita no Brasil, segundo aliados.
A articulação, feita pelo irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, e pelo secretário de Estado de Trump, Marco Rubio, é uma tentativa de fazer com que o americano enxergue o parlamentar como uma “esperança de futuro”.
Pela legislação americana, Trump não poderia se candidatar a um terceiro mandato, mas Marco Rubio e o vice J. D. Vance são possíveis sucessores. A ideia é que Flávio seja visto como um braço da direita americana aliada na América Latina.
Embora ainda não haja um cálculo sobre o impacto eleitoral da associação da imagem de Flávio a Trump — ou até de um apoio remoto do americano —, qualquer aparição dos dois juntos poderia ser interpretada como um afastamento entre Lula e Trump, segundo a base bolsonarista.
Flávio e Trump não se conhecem; esse seria o primeiro contato entre os dois.





