As profissões que vão bombar no Agro em 2026; tem salário de até R$ 50 milA combinação de estresse térmico nos animais, aumento da carga microbiana em ambientes de produção e o maior risco de contaminação durante transporte e manejo exige uma transição rápida para modelos mais robustos, preventivos e tecnológicos de controle sanitário. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});“Eventos climáticos extremos favorecem o avanço de patógenos. As altas temperaturas aceleram a multiplicação microbiana e pressionam todo o sistema produtivo”, afirma Vinicius Dias, CEO do Grupo Setta. “ Depender apenas de higienização manual já não basta. A tecnologia se tornou prioridade para garantir padronização, rastreabilidade e resposta ágil a ameaças sanitárias.” As soluções automatizadas de biossegurança já permitem monitorar criticamente etapas como limpeza de veículos, desinfecção de equipamentos, circulação de pessoas, controle de temperatura e fluxo de animais. Cada procedimento passa a gerar dados auditáveis, que facilitam a comprovação de conformidade para parceiros internacionais, especialmente diante das exigências de mercados como União Europeia, China e Oriente Médio. Entre as inovações que aceleram e padronizam processos críticos está o TADD System (Thermo-assisted Drying and Decontamination), desenvolvido e patenteado pelo Grupo Setta. A tecnologia realiza descontaminação de alta eficiência em 48 minutos, por meio da utilização de ar aquecido, sem agentes químicos, reduzindo custos operacionais e impacto ambiental. “O Brasil só manterá sua posição no comércio global se conseguir comprovar, com dados, que adota práticas preventivas e consistentes. O controle sanitário deixou de ser um custo operacional e se tornou uma garantia de continuidade do negócio“, destaca Dias. “Com verões mais quentes e instabilidade climática crescente, a prevenção precisa ser contínua, integrada e cada vez mais tecnológica.” A combinação entre aquecimento global, eventos climáticos mais frequentes e pressão por padrões sanitários mais rígidos coloca a proteção sanitária no centro da estratégia de sustentabilidade, produtividade e competitividade do setor. Para a pecuária brasileira, além de enfrentar o verão, o desafio está em estruturar sistemas resilientes que garantam segurança ao longo de todo o ano. VEJA MAIS:
Calor extremo e exportações recordes elevam alerta sanitário no agro
Com recorde de 3,5 mi de toneladas de carne exportadas, a biossegurança é vital. Entenda como o calor extremo impacta a sanidade animal e as novas tecnologias.
Com 3,5 milhões de toneladas de carne bovina embarcadas em 2025, biossegurança se torna fator estratégicoA temporada de verão repete e tende a ampliar o padrão de calor extremo observado no último ano no Brasil. Em 2025, as temperaturas ficaram acima da média em grande parte do território nacional, e a estação já registra episódios de calor intenso e maior variabilidade climática. Esses fatores favorecem a proliferação de vírus, bactérias e vetores de doenças que impactam diretamente a criação animal. Esse cenário representa um desafio crítico para o agronegócio brasileiro, especialmente quando o país depende de sua competitividade sanitária para sustentar as exportações. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), em 2025, as vendas externas de carne bovina bateram recorde, com 3,5 milhões de toneladas embarcadas. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Conheça a usina de cana mais antiga do mundo em funcionamento Por que a onça prefere o seu bezerro? A ciência por trás do ataque e como evitar ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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Por: Redação





