O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol), negou que sairá do Psol para se filiar ao PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nota, afirmou “lamentar” que parte da sigla que integra tenha se “apequenado” ao divulgar uma “carta apócrifa”.
Carta divulgada pela dissidência da Revolução Solidária, denominada de Operativo Nacional da Dissidência da Revolução Solidária, afirma que “Boulos deixou o projeto de construir base social em um projeto à esquerda através do Psol para tentar por dentro do PT ser o escolhido por Lula”.
Segundo a dissidência, a tentativa de negociar uma federação com o PT teria sido no intuito de facilitar a saída do político do Psol. A proposta foi rejeitada pelo Diretório Nacional da sigla em 7 de março. A tratativa foi apoiada pelo grupo liderado pelo ministro.
Boulos é filiado ao Psol desde 2018, quando disputou a Presidência da República. Em 2022, se elegeu a deputado federal pelo Estado de São Paulo. No final de 2025, foi chamado por Lula para assumir a Secretaria Geral da Presidência no lugar do ex-ministro Márcio Macêdo.
Leia a íntegra da nota do ministro:
“O Movimento Revolução Solidária está discutindo internamente seus rumos políticos. Lamentamos que uma parte do Psol tenha decidido se apequenar ao divulgar uma carta apócrifa, o que revela oportunismo e desespero”.





