O alecrim é uma erva aromática comum de ser cultivada em casa. Para ter sucesso, ela necessita de locais ensolarados, sem vento e excesso de umidade. A planta necessita de irrigação pelo menos uma vez por dia e tem preferência por solos permeáveis e bem drenados. Apesar da facilidade do plantio, ela não pode ficar perto de qualquer espécie, correndo o risco de perder vigor.
De acordo com a cartilha da Embrapa “Cultivo, uso e manipulação de plantas medicinais”, o alecrim gosta de clima quente, luminosidade intensa e terra mais seca entre uma rega e outra. Por esses motivos, ele não fica bem perto de plantas que exigem solo úmido por muito tempo. O excesso de água ao redor das raízes favorece os fungos, o amarelamento das folhas e o apodrecimento da base.
É importante observar as características das plantas, principalmente em vasos compartilhados e canteiros no quintal. Quando diferentes espécies dividem o mesmo espaço, a diferença de necessidades entre elas pode atrapalhar o desenvolvimento de ambas. Uma planta que pede rega frequente pode deixar o alecrim em condição ruim mesmo quando ele está recebendo bastante sol, por exemplo.
Ao escolher o local das plantas, o ideal é diferenciar por necessidade de luz, água e tipo de solo. No caso do alecrim, é interessante mantê-lo afastado do repolho e da couve-flor, por competirem por nutrientes e terem exigências diferentes. Acelga e abóbora também não são bons companheiros, por preferirem mais umidade e criarem sombra ao redor.
Já a cenoura e a cebola podem atrair pragas que também prejudicam ervas aromáticas. Por último, é bom afastar as plantas de sombra, porque indicam um ambiente pouco adequado para o alecrim.
De acordo com a publicação da Embrapa, a sálvia é a planta ideal para acompanhar o alecrim nos jardins.
O melhor lugar para plantar alecrim é uma área com várias horas de sol direto por dia e que não acumule água após a irrigação. O solo deve ser leve, solto e com boa drenagem.
A irrigação do alecrim deve ser moderada, podendo aumentar um pouco em dias quentes. Antes de molhar novamente, toque a terra e veja se a camada superior já secou. Em períodos chuvosos ou frios, o intervalo entre regas precisa ser maior.





