No mês de março de 2026, as exportações do agronegócio somaram US$ 15,41 bilhões, o que representou 48,8% de toda a pauta exportadora brasileira no período. O resultado, embora 0,7% inferior ao de março de 2025, demonstrou resiliência diante da queda de 0,8% no volume total embarcado, compensada por uma leve alta de 0,1% nos preços médios.
A China manteve-se como o principal destino, absorvendo 36% das exportações (US$ 5,57 bilhões). A União Europeia segue como a segunda colocada, com US$2,15 bilhões e 14% de participação. E Estados Unidos ficaram na terceira posição, com US$ 736 milhões e participação de 4,8%. Entre os países que mais contribuíram para o crescimento das exportações no mês destacaram-se Egito, com US$ 388 milhões e alta de 98,5%; México, com US$ 372 milhões e alta de 38,2%; e Índia, com US$ 365 milhões e alta de 59,4%.
O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, destacou que o desempenho está atrelado a uma agenda agressiva de acesso a novos mercados — foram 30 aberturas apenas no primeiro trimestre de 2026.
Além dos produtos tradicionalmente mais exportados, diversos itens que não compõem esse grupo registraram crescimento em março e reforçaram o potencial de diversificação do portfólio exportador brasileiro. Entre eles, destacam-se:





