“Em uma conjuntura macroeconômica marcada por inflação acima do teto da meta e juros elevados, a expectativa da entidade é de desaceleração a partir do segundo trimestre”, destacou a entidade, em nota.
Segmentos
Os principais aumentos de faturamento ocorreram nas seguintes atividades:- Lojas de vestuário, tecidos e calçados (13,4%)
- Autopeças e acessórios (13,3%)
- Farmácias e perfumarias (12,1%)
- Concessionárias de veículos (10,5%)
- Supermercados (9,7%)
- Lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (8,1%)
- Materiais de construção (5,1%)

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