Duas pessoas foram baleadas em confronto com o Serviço Secreto dos Estados Unidos perto da Casa Branca, neste sábado (23), em Washington, nos Estados Unidos. Por causa desse ataque, um forte aparato de forças de segurança foi mobilizado no entorno, após relatos de disparos na região. O presidente Donald Trump estava no complexo presidencial no momento do incidente, conduzindo negociações para um acordo com o Irã.
A polícia isolou os acessos à sede do governo norte-americano, e tropas da Guarda Nacional bloquearam a entrada de jornalistas no perímetro central da cidade.
Em publicação na rede social X, o diretor do FBI, Kash Patel, confirmou a mobilização federal. "O FBI está no local e apoia o Serviço Secreto na resposta a disparos efetuados perto da área da Casa Branca", informou.
Testemunhas que estavam na área relataram momentos de pânico. O turista canadense Reid Adrian afirmou ter ouvido "entre 20 e 25 barulhos que soavam como fogos de artifício, mas que eram tiros". Segundo ele, a multidão começou a correr imediatamente após os estampidos.
Profissionais de imprensa que trabalhavam no Gramado Norte da Casa Branca receberam ordens de evacuação e foram orientados a se abrigar na sala de imprensa do complexo.
A correspondente da rede ABC News, Selina Wang, registrou o momento do incidente enquanto gravava um vídeo para as redes sociais. As imagens capturaram o som das dezenas de disparos e a jornalista se jogando no chão para se proteger. "Pareciam dezenas de tiros", relatou Wang no X.
Em nota oficial, um porta-voz do Serviço Secreto limitou-se a informar que as circunstâncias e a autoria do incidente estão sob investigação.





