Em primeira e segunda instâncias, a Justiça paulista rejeitou a indenização ao profissional. “[É] um processo judiciário que, desde o início, me condena, insiste em dizer o absurdo de que não há prova de que foi a polícia que atirou no meu olho. Insiste em defender que eu sou o único responsável por estar naquela situação, como se o papel do fotógrafo e da imprensa não fosse estar presente no local”, acrescentou. Relacionadas“Treze anos não são 13 dias, nem 13 horas, nem muito menos 13 minutos. São 13 anos sofrendo o segundo ato de violência, como eu chamo, que é enfrentar um processo judiciário”, destacou Sérgio Silva.
TJSP nega indenização a fotógrafo que perdeu olho ao ser atingido em protesto
Caso do fotógrafo que perdeu olho em manifestação tem novo julgamento





