O atacante Gabigol, do Santos, recebeu cartão amarelo ainda no primeiro tempo da partida contra o Atlético, neste sábado (11), na Vila Belmiro, pela 11ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
O camisa 9 do Peixe reclamou de forma ostensiva após ter um gol anulado pela arbitragem, em revisão no VAR. No lance, por volta dos minutos, Igor Vinicius finalizou, a bola desviou em Gabigol e morreu no fundo das redes.
No entanto, no entendimento do VAR, a bola bateu no braço do atacante antes de entrar no gol.
Após a anulação, o árbitro Rafael Rodrigo Klein aplicou cartão amarelo ao jogador por reclamação. Neymar também discordou da decisão, mas não foi advertido.
Já o técnico Cuca, ex-Galo, se exaltou e acabou sendo expulso.
A regra 12 da International Football Association Board (IFAB), que regulamenta o jogo de futebol, é direta em relação a lances em que a bola toca no braço de um atleta e resulta em gol. Veja o trecho abaixo.
“Manusear a bola
Para efeitos de determinar infrações no toque de mão, o limite superior do braço está alinhado com a parte inferior da axila. Nem todo toque da mão/braço do jogador na bola constitui infração.
Constitui infração se um jogador:
Toca deliberadamente na bola com a mão/braço, por exemplo, movendo a mão/braço em direção à bola.
Um jogador toca a bola com a mão/braço quando isso aumenta o tamanho do seu corpo de forma não natural. Considera-se que um jogador aumentou o tamanho do seu corpo de forma não natural quando a posição da sua mão/braço não é consequência do movimento corporal do jogador para aquela situação específica, nem se justifica por ele. Ao manter a mão/braço nessa posição, o jogador corre o risco de ser atingido pela bola e sofrer uma penalidade.
gols no gol adversário:
diretamente da mão/braço, mesmo que acidentalmente, inclusive pelo goleiro;
imediatamente após a bola tocar sua mão/braço, mesmo que acidentalmente.”





