• Segunda-feira, 27 de abril de 2026

Mudança no ICE? Trump apoia alterar sigla de agência anti-imigração

Presidente dos Estados Unidos disse ter gostado de sugestão de apoiadora para mudar nome de agência para 'NICE'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou apoio, no último fim de semana, a uma ideia proposta por uma usuária nas redes sociais de mudar a sigla do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) para NICE. A Casa Branca reiterou, nesta segunda-feira (27), o desejo do republicano.

A sugestão foi publicada por um perfil nas redes sociais, indicando que o governo norte-americano poderia mudar o o nome da agência para Fiscalização Nacional de Imigração e Alfândega — nome que, em inglês, vira o acrônimo NICE. A sigla ainda faz referência a palavra "nice" que, em inglês, significa "legal".

Donald Trump republicou a sugestão divulgada por uma apoiadora, no último sábado (25), e escreveu: "Ótima ideia" Faça isso". Nesta segunda-feira (27), a porta-vez da Casa Branca, Karoine Leavitt, publicou uma reportagem da TV estadunidense Fox News que expunha o apoio do presidente em mudar o nome da agência.

Porém, até a publicação desta reportagem, ainda não há uma confirmação se a mudança será aplicada.

O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE na sigla em inglês) é a principal agência federal responsável por fiscalizar as leis de imigração e alfândega no país.

Criada em 2003, após os atentados de 11 de setembro, a agência faz parte do Departamento de Segurança Interna (DHS) e tem como objetivo proteger a segurança nacional e a segurança pública.

A agência é dividia em dois setores principais:

O combate a imigração ilegal nos Estados Unidos foi uma das promessas de campanha para a eleição de Trump em 2024. Desde então, o republicano duplicou o número de efetivos do ICE, passando de 10 mil para 22 mil no último ano.

A ação resultou em mais de 600 mil deportações entre janeiro e dezembro de 2025, segundo a Casa Branca, além de 65 mil migrantes detidos. Os números destacam que quase 2 milhões de pessoas optaram pela “auto-deportação voluntária”, em meio a pressões e ameaças.

Por: ITATIAIA

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