• Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Mercosul-UE: Alckmin diz esperar aprovação no Congresso no 1º semestre

Alckmin, que acumula o cargo de ministro do Desenvolvimento, da Indústria, Comércio e Serviços, disse que o acordo "é o maior entre blocos do mundo".

Alckmin, que acumula o cargo de ministro do Desenvolvimento, da Indústria, Comércio e Serviços, disse que o acordo “é o maior entre blocos do mundo”. O vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) e disse esperar que o Congresso brasileiro aprove ainda no primeiro semestre o projeto de lei ratificando o acordo, para que as regras sejam aplicadas já a partir do segundo semestre. Alckmin confirmou que o acordo será assinado no Paraguai no sábado, 17. Ele fez questão de ressaltar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “foi quem fez todo o trabalho” de negociação do acordo, apesar de não conseguir fechá-lo durante a presidência do Brasil do Mercosul.
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    “Assim que for assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós aprovamos a lei internalizando o acordo, esperamos que aprovem ainda no primeiro semestre e que entre em vigor já no segundo semestre”, declarou o vice-presidente no programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Alckmin, que acumula o cargo de ministro do Desenvolvimento, da Indústria, Comércio e Serviços, disse que o acordo “é o maior entre blocos do mundo”.“São 720 milhões de pessoas, US$ 22 trilhões de mercado. São cinco países do Mercosul e 27 países da União Europeia. Isso significa comércio. Vamos vender mais para eles. Vai ter livre comércio, mas com regras. Vamos comprar mais deles também”, declarou. Segundo o vice-presidente, “quem ganha é a sociedade”. “Se sou mais eficiente em um produto, vendo para você. Se você é mais eficiente em outro produto, você vende para mim. Ganha a sociedade comprando produtos mais baratos e de melhor qualidade”, argumentou. O vice-presidente afirmou que o acordo “vai fortalecer o agronegócio, a indústria e consequentemente também os serviços”. Disse que o comércio exterior hoje é “emprego na veia”. “Se determinadas empresas não exportarem, elas fecham”, completou. “O acordo é importantíssimo porque o maior parceiro comercial do Brasil é a China e o segundo é a União Europeia. É importantíssimo tanto no agro quanto na indústria. No agro, vamos poder exportar praticamente tudo. A resistência que tinha na Europa, especialmente na França, era exatamente com receio da competitividade da agropecuária brasileira”, declarou.
    Por: Redação

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