• Sábado, 14 de fevereiro de 2026

Melhoramento genético e exportações aquecidas no radar do pecuarista em 2026

Levando em conta o poder de investimento do pecuarista e o comportamento do mercado internacional, é possível enxergar boas oportunidades para a cadeia da produção e o melhoramento genético e exportações aquecidas entram no radar do pecuarista em 2026

Levando em conta o poder de investimento do pecuarista e o comportamento do mercado internacional, é possível enxergar boas oportunidades para a cadeia da produção e o melhoramento genético e exportações aquecidas entram no radar do pecuarista em 2026 As expectativas para o mercado de genética bovina são positivas em 2026, tanto na pecuária de corte quanto na de leite. Levando em conta o poder de investimento do pecuarista e o comportamento do mercado internacional, é possível enxergar boas oportunidades para a cadeia da produção. A recente valorização do bezerro é um indicador positivo. Em um cenário como esse, o melhoramento genético ganha ainda mais relevância, já que o pecuarista avalia com critério a qualidade genética dos animais destinados à reposição.
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  • Na pecuária leiteira, os investimentos em genética representam uma tendência, tendo em vista a busca constante por maior produtividade por vaca/ano. O produtor reconhece a relação entre melhoramento genético e eficiência no rebanho, fator que deve sustentar investimentos em 2026. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Na pecuária de corte, o aumento dos investimentos em genética também está conectado ao cenário internacional. A alta das exportações de carne bovina nos últimos anos reforça a necessidade de rebanhos mais eficientes, padronizados e produtivos, o que impacta diretamente a demanda por sêmen de qualidade. Somente em 2025, o Brasil abriu 211 novos mercados para o agronegócio. A pecuária passou a acessar 19 novos destinos, enquanto a genética bovina conquistou 15 novos mercados. Um avanço expressivo, que reforça as boas perspectivas para o setor em 2026. Entre os mercados internacionais, o Japão merece atenção especial. O país tradicionalmente importa carne dos Estados Unidos, país que está com o menor rebanho bovino dos últimos 75 anos. Uma grande oportunidade para o Brasil, especialmente após o reconhecimento da nossa pecuária como livre de febre aftosa sem vacinação. Nesse movimento, as exportações brasileiras também podem alcançar outros mercados asiáticos, como o da Coréia do Sul. Já a China, responsável por 48% das exportações brasileiras de carne em 2025, segue como o mercado mais estratégico, apesar da cota de importação definida pelos chineses em 1,106 milhão de toneladas, o que pode ser um sinal de alerta. Será importante acompanhar o comportamento dos embarques ao longo do ano. As projeções da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) apontam para o aumento da demanda global por proteína até 2050. Isso reforça a necessidade de planejamento na nossa pecuária. O investimento contínuo em melhoramento genético é o caminho para ampliar a produção, aumentar a eficiência dos rebanhos e atender à crescente demanda global. *Por Lilian Matimoto, Executiva da Associação Brasileira de Inseminação Artificial
    Por: Redação

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