Em evento realizado nesta segunda-feira (11/8), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (), no Rio de Janeiro, a presidente do , , falou positivamente sobre a criação de um sistema de fair play financeiro no Brasil.
Leila reforçou a importância da implementação do fair play financeiro. A mandatária do Verdão ainda destacou que o futuro de vários clubes é adotar ao modelo de SAF.
“Verbalmente, todos estão de acordo (com o fair play financeiro). Ninguém tem coragem de dizer que é correto comprar e não pagar. Eu quero saber na prática. Eles não implementam o que acham correto. O Palmeiras compra e paga. O Palmeiras contrata e paga. Acho que a grande solução dos clubes é virar SAF”, declarou a mandatária.

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1 de 3 Leila Pereira é presidente do Palmeiras Allan Santos/Especial Metrópoles
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2 de 3 Leila Pereira, dirigente do Palmeiras. Cesar Greco/Palmeiras
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3 de 3 Leila Pereira, dirigente do Palmeiras. Wagner Meier/Getty Images
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A presidente do Palmeiras sinalizou que o próprio clube paulista pode se transformar em SAF no futuro, mas não faz questão de modificar o estatuto neste momento.
“Também (é solução no Palmeiras). Não na minha gestão, eu jamais proporia esse tipo de modificação no estatuto. São dois anos e meio que tenho pela frente ainda. Não gostaria de fazer nenhuma alteração. Mas, sim, acredito que para os clubes brasileiros terem futuro, o modelo associativo está ultrapassado. Nunca vi presidentes serem penalizados ou culpados. E vocês olham cada aberração por aí”, completou a presidente
Provocação ao Corinthians?
Leila Pereira aproveitou a situação para alfinetar o Corinthians. A dirigente afirmou que há clubes no Brasil com dívidas e que deixam de pagar os atletas e os funcionários, situação que poderia ser corrigida com a implementação do fair play. Ela classificou situações deste tipo como “imoral”.
“Palmeiras é um clube que paga rigorosamente em dia para atletas, clubes e profissionais. Somos desclassificados por clubes que não pagam ninguém. Não é nada contra os outros. Os torcedores querem títulos e classificações, mas a conta chega. Será bom para o futebol brasileiro essa moralização. É imoral. Há clubes que pagam em dia e são prejudicados em detrimento de clubes que não pagam ninguém”, concluiu Leila.