As forças de segurança de Israel impediram, neste domingo (15.mar.2026), que fiéis muçulmanos celebrassem a Laylat al-Qadr, a “Noite do Poder”, na Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém. O bloqueio marca o 16º dia consecutivo em que o principal local sagrado islâmico da cidade permanece fechado desde a escalada recente do conflito na região.
As forças de segurança também instalaram postos de controle nas entradas da cidade de Al-Issawiya e cercaram grupos reunidos no Portão de Damasco. Com as restrições, muitos muçulmanos realizaram orações diárias e celebrações do Ramadã nas ruas da Cidade Velha. Em anos anteriores, a mesquita costumava receber centenas de milhares de fiéis nesse período.
O fechamento de Al-Aqsa durante o Ramadã provocou reações no mundo muçulmano. A Liga Árabe classificou a medida como uma “violação flagrante do direito internacional” e afirmou que Israel deve garantir a liberdade de culto nos locais sagrados de Jerusalém.





