• Terça-feira, 20 de janeiro de 2026

FPA: Reciprocidade garante proteção aos produtos brasileiros no comércio exterior

Durante a elaboração da lei, entretanto, concluiu-se que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas.

Durante a elaboração da lei, entretanto, concluiu-se que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas. A iniciativa surgiu da preocupação com as medidas ambientais propostas pela União Europeia e da necessidade de garantir condições equitativas para os produtos brasileiros no mercado internacional. Durante a elaboração da lei, entretanto, concluiu-se que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas. A ideia era criar uma legislação que permitisse ao Brasil enfrentar desafios impostos por outros países. No Senado, sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS) e a autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), o Projeto de Lei (PL 2088/2023) se transformou em uma das pautas prioritárias da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
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    “O Brasil é um player relevante no mercado internacional e precisa ser respeitado. Este é o momento de o parlamento agir, e a Reciprocidade Ambiental deve seguir adiante”, disse Tereza à época. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Com o passar dos meses, entretanto, o projeto acabou ganhando outros contornos. Isso porque um pacote tarifário, anunciado pelos Estados Unidos, impôs tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (REP-PR), alertou para a gravidade do cenário e cobrou ação imediata do governo federal. “O ideal seria que o governo se movimentasse com a mesma intensidade que o Congresso fez”, disse. O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ressaltou a importância da iniciativa para fortalecer a posição do Brasil nas negociações internacionais. “Este projeto nos dá uma carta na manga para evitar imposições unilaterais que prejudiquem nossa competitividade”, afirmou. Senadores nos EUA Durante o mês de agosto um grupo de senadores brasileiros foi aos Estados Unidos com o intuito de negociar o tarifaço com congressistas americanos e o setor privado daquele país. Uma das responsáveis por essa ponte foi a senadora Tereza Cristina. Ela recorda que a ideia era manter o diálogo aberto entre as duas nações, além de buscar caminhos para evitar desgastes futuros. “Fizemos a lição de casa naquele momento e conseguimos entender o que cada país precisava discutir na ocasião. Evoluímos na co na conversa e hoje temos um cenário completamente distinto”, resumiu. Lupion reforça que o momento exigiu atuação suprapartidária. “Nosso papel foi de articulação, negociação e diplomacia. Trabalhamos para criar um espaço de entendimento”. Fonte: FPA VEJA TAMBÉM:
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  • ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
    Por: Redação

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