Um incêndio na Coamo mobilizou equipes de emergência na manhã desta quinta-feira (14), no centro-oeste paranaense. O foco do fogo foi uma das torres de resfriamento situadas no parque industrial da cooperativa, em Campo Mourão.
A fumaça gerada pelo material combustível chamou a atenção da vizinhança, mas a situação foi rapidamente contornada sem deixar feridos.
Resposta rápida da brigada de incêndioDiferente de grandes sinistros, o incêndio na Coamo teve vida curta graças à eficiência dos protocolos internos de segurança. Conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros, quando os militares chegaram à unidade, os brigadistas da própria cooperativa já haviam dominado as chamas.
O trabalho da corporação oficial focou no rescaldo da estrutura. “O treinamento da brigada foi o diferencial para que o fogo não ganhasse proporções maiores”, afirmou o soldado Belotto, da comunicação do 5º Batalhão de Bombeiro Militar. Foram utilizados dois caminhões-tanque para garantir que não houvesse reignição nas áreas atingidas.
Manutenção e causas prováveisA diretoria da cooperativa confirmou que o setor passava por manutenções periódicas. De acordo com a nota oficial emitida pela empresa, o incidente foi um “princípio de incêndio” em uma estrutura que estava desativada para reparos, reforçando que a integridade física de todos os trabalhadores foi preservada.
A principal suspeita das autoridades é de natureza acidental: uma fagulha de solda ou corte pode ter atingido o revestimento de fibra de vidro da torre. Esse material é conhecido por sua alta inflamabilidade, o que explica o volume de fumaça preta observado inicialmente.
Impacto mínimo na produçãoPor se tratar de uma área em reforma e isolada do fluxo principal de processamento, o incêndio na Coamo não deve gerar atrasos significativos no cronograma operacional da cooperativa. A unidade segue sob monitoramento técnico para avaliar a extensão dos danos materiais na torre afetada, mantendo o compromisso com a segurança e a continuidade das atividades agroindustriais.





