EUA impõe sanções contra empresas ligadas ao petróleo da Venezuela
Segundo o governo Trump, medida visa impedir que a Venezuela "lucre com petróleo" enquanto envia "drogas mortais" para os EUA
Uma nova rodada de sanções norte-americanas contra a foi anunciada pela administração nesta quarta-feira (31/12). Desta vez, visando empresas e navios ligados ao setor petrolífero do país comandado por
Ao todo, quatro empresas do ramo de transporte de petróleo foram sancionadas: Aries Global Investment LTD, Corniola Limited, Krape Myrtle Co LTD e a Winky International Limited. Além disso, quatro navios petroleiros também acabaram incluídos na lista de sanções do
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No comunicado, o secretário do Tesouro dos , Scott Bessent, alegou que a retaliação visa impedir que o governo Maduro “lucre com a exportação de petróleo” enquanto envia entorpecentes para o território norte-americano.
“O presidente Trump foi claro: não permitiremos que o regime ilegítimo de Maduro lucre com a exportação de petróleo enquanto inunda os Estados Unidos com drogas mortais”, disse Bessent. “O Departamento do Tesouro continuará a implementar a campanha de pressão do presidente Trump sobre o regime de Maduro”.
O anúncio das novas sanções coincide com o onde uma operação norte-americana foi anunciada há alguns meses com o objetivo de combater o tráfico de drogas que passa pela região.
Maduro, por sua vez, é personagem central da tensão regional. Isso porque o líder chavista — cujo governo é contestado pela maioria da comunidade internacional — é apontado como o chefe do O mesmo grupo foi, recentemente, classificado por Washington como organização terrorista internacional.
Além disso, o presidente venezuelano passou a ser acusado de roubar petróleo dos EUA por Donald Trump. O líder norte-americano, porém, nunca apresentou provas que sustentem as acusações.
Em meio à investida, conforme já havia prometido anteriormente. De acordo com Trump, o bombardeio atingiu um porto na costa venezuelana onde barcos são carregados com entorpecentes. Até o momento, Caracas ainda não se pronunciou sobre a possível ação.
Por: Metrópoles





