O bilionário chinês Lin Bin, cofundador da Xiaomi, fechou acordo para adquirir 1% da holding que controla o Miami Dolphins. O conglomerado, avaliado em US$ 12,5 bilhões, administra a franquia da NFL (National Football League), o Hard Rock Stadium, o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1 e parte do Miami Open de tênis.
A operação foi anunciada na 3ª feira (03.mar.2026), segundo informações da agência Bloomberg. O comitê financeiro da empresa aprovou a transação.
A votação final entre os proprietários ainda não foi realizada. Representantes da Xiaomi, da NFL e dos Dolphins não se pronunciaram sobre o tema.
A negociação ocorre em um período de crescimento expressivo nas avaliações das equipes da liga. O valor médio das franquias da NFL atingiu US$ 7,13 bilhões, registrando aumento de 20% em comparação com 2024.
O Miami Dolphins está avaliado em US$ 8,25 bilhões. A franquia ocupa a 7ª colocação no ranking de valor das equipes da liga.
Stephen Ross, atual controlador dos ativos esportivos em Miami, vendeu 10% da franquia para a Ares Management em dezembro de 2024. Na mesma operação, Joe Tsai, proprietário do Brooklyn Nets, e Oliver Weisberg, CEO (Chief Executive Officer) da Blue Pool Capital, adquiriram participação combinada de 3%. Aquela transação avaliou o conglomerado em US$ 8,1 bilhões.
O New York Giants realizou venda de 10% de participação em 2025. A operação avaliou a equipe em US$ 10 bilhões.
O executivo chinês construiu carreira no setor de tecnologia. Lin Bin trabalhou na ADP, Microsoft e Google antes de fundar a Xiaomi em 2010.
É diretor executivo e vice-presidente do conselho da empresa, além de presidente da Xiaomi Foundation Limited, em Hong Kong.
Lin Bin possui fortuna estimada em US$ 11,4 bilhões, segundo a Bloomberg.





