• Sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Brasileira que foi do Estado Islâmico retorna ao Brasil após guerra

Brasileira de 18 anos se uniu ao Estado Islâmico na Síria há nove anos, e foi repatriada após ser capturada por forças que combatiam o grupo

Karina Aylin Rayol Barbosa, a única brasileira que se juntou ao e continua viva, foi repatriada da para o Brasil. O retorno da jovem de 28 anos aconteceu na quarta-feira (28/8), e foi confirmado ao Metrópoles pela assessoria de imprensa da Segundo o órgão, responsável pela ação que pediu a repatriação de Karina, ela voltou ao Brasil junto ao filho de sete anos, fruto do relacionamento que manteve com um membro do grupo. Antes de retornar ao país, a brasileira estava em um campo de prisioneiros na Síria. Natural do Pará, Karina deixou o Brasil em abril de 2016, quando tinha 20 anos, sem avisar a família. Investigações da mostram que ela pegou um voo para São Paulo, e em seguida viajou para a Turquia. De lá, cruzou por terra até Aleppo, na Síria, e se uniu as fileiras do grupo extremista. Leia também Apesar de ter conquistado grandes áreas dos territórios da Síria e Iraque, naquela época o pela coalizão internacional que combatia o grupo. Em meio a ofensiva contra a organização jihadista, a brasileira foi detida por forças curdas que lutavam ao lado das forças internacionais contra o ISIS. Ela, então, foi enviada para campo um campo de prisioneiros. Com o fim do califado do Estado Islâmico, em 2019, Karina mostrou desejo de retornar ao Brasil, ainda que tenha se juntado ao grupo de forma voluntária. De acordo com a DPU, a brasileira gravou um vídeo expressando sua vontade de ser repatriada por autoridades brasileiras.
Por: Metrópoles

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