Amigas e amigos do Agro!
Se não houver um redirecionamento das carnes que os chineses não devem comprar além da cota já estabelecida, os preço podem entrar em queda para o consumidor.
Finalmente, autoridades que comandam o setor da carne bovina começam a se preocupar com a cota chinesa que poderá se esgotar até o final do primeiro semestre.
Isso pode trazer um desequilíbrio para o mercado da carne brasileiro. Por enquanto, as exportações estão bombando, mas se a China parar de comprar até o final de junho e mantiver o tarifaço de 57%, pode ser um desastre para o mercado da carne de uma forma geral.
Quando os Estados Unidos aplicaram o tarifaço no Brasil a grita foi geral, a começar pelo presidente Lula, Ministro da Agricultura Carlos Fávaro e outros. Críticas ao presidente Trump e garantia que o Brasil iria redirecionar a carne que os americanos não comprariam.
O governo anunciava a cada dia abertura de dezenas de mercados internacionais, como se todos se transformassem imediatamente em clientes do Brasil.
Deram muita sorte, porque a China disparou uma importação de nossa carne nunca vista na história.
Final de 2025, a China aplica um tarifaço pior que o dos Estados Unidos e ninguém falou nada, muitos voltaram a dizer que as centenas de novos mercados abertos consumiriam as quase 700 mil toneladas de carne que a China deixariam de comprar.
Bem que houve tentativa para redirecionar a exportação, só que o mercado internacional não funciona assim!
O presidente da ABIEC, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Roberto Perosa, que antes pertencia ao Ministério da Agricultura, era um dos que mais propagavam o redirecionamento das exportações.
E o Perosa, agora, é o mais preocupado com a possibilidade de um congestionamento de carne bovina no mercado brasileiro.
As consequências poderão ser desastrosas!





