O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, homem forte do país desde o governo de Hugo Chávez (1999-2013), afirmou na 4ª feira (7.jan.2026) que 100 pessoas morreram no ataque dos Estados Unidos que capturou o presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) no último sábado (3.jan).
“A Venezuela foi vítima de um ataque bárbaro. Até agora, e digo até agora, há 100 mortos, pessoas que não tinham nada a ver com o conflito, civis, mulheres que estavam em suas casas foram alcançadas pelo impacto das bombas poderosas lançadas contra o nosso país”, declarou o ministro em um vídeo nas redes sociais.
Caracas ainda não havia divulgado um número, mas o Exército venezuelano falou em ao menos 23 militares mortos. Autoridades venezuelanas afirmaram que grande parte do contingente de segurança de Maduro foi morta “a sangue frio”. Cuba também declarou que 32 integrantes de suas Forças Armadas e serviços de inteligência na Venezuela morreram.
A mulher de Maduro, Cilia Flores, detida junto com ele, sofreu um ferimento na cabeça durante o ataque dos EUA, e o líder venezuelano teria lesionado a perna, disse Cabello durante um programa na televisão estatal venezuelana VTV.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (MSV, esquerda), que Cabello chamou de “corajosa”, decretou na 3ª feira (6.jan) 7 dias de luto nacional em memória dos cidadãos mortos durante a ofensiva militar norte-americana.
Assista ao vídeo da declaração de Cabello:
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