• Terça-feira, 12 de maio de 2026

Artesão do RJ faz troféus da Copa e espera que o Brasil fature o hexa

Ideia do negócio surgiu em 1994, quando Dunga ergueu a taça do tetra

Jarbas Meneghini fez mais de 3.000 réplicas em gesso do troféu da Copa do Mundo em sua oficina no Rio de Janeiro e espera que os torcedores incentivem a seleção brasileira a trazer o original dourado da América do Norte em julho. O artesão de 58 anos teve a ideia para seu negócio depois que viu o então capitão do Brasil Dunga levantar o troféu na final da Copa do Mundo de 1994. "Eu vi Dunga segurando o troféu e disse que compraria um, mas não se encontra em lugar nenhum", afirmou Meneghini. "Então, decidi fazer eu mesmo, usando as habilidades técnicas que aprendi em metalúrgica." Ele agora produz réplicas de gesso à mão, exportando-as para 17 países das Américas e da Europa. As réplicas são produzidas a partir de moldes, sendo que algumas são pintadas em ouro e outras recebem um acabamento cromado polido. Trabalhando próximo ao estádio do Maracanã, ele também vende os troféus para turistas e torcedores locais. "Faço milhares de troféus com o mesmo molde. Alguns são pintados, e outros eu faço mais especiais, com cromo - eles se destacam mais, você pode se ver refletido neles quando os beija", disse ele. A produção aumenta a cada ciclo da Copa do Mundo, impulsionada pela esperança renovada dos torcedores. Embora o Brasil tenha conquistado mais títulos da Copa do Mundo do que qualquer outro país, não levanta o troféu desde 2002. Mas uma nova oportunidade está próxima. Meneghini já fabricou 600 troféus antes do torneio deste ano, que será sediado por México, Canadá e EUA e começará em 11 de junho. Isso representa um aumento em relação às 100 a 200 réplicas que ele costumava fazer antes de Copa do Mundo. "O Brasil está há muito tempo sem ganhar", afirmou. "A esperança está em nossos corações novamente." * É proibida a reprodução deste conteúdo. Relacionadas
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Por: Redação

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