Argentina: exportações de lácteos batem recorde de 12 anos e somam US$ 1,69 bi
O resultado representa um crescimento anual de 11% em volume e de 20% em valor na comparação com o ano anterior, refletindo a valorização dos itens comercializados.
O resultado representa um crescimento anual de 11% em volume e de 20% em valor na comparação com o ano anterior, refletindo a valorização dos itens comercializados. São Paulo, 28 – O setor de lácteos da Argentina registrou em 2025 o seu melhor desempenho externo dos últimos 12 anos, impulsionado por um processo de modernização da cadeia produtiva e condições favoráveis de mercado. Dados divulgados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca do Ministério da Economia mostram que o país exportou 425.042 toneladas de produtos lácteos, gerando uma receita total de US$ 1,69 bilhão. O resultado representa um crescimento anual de 11% em volume e de 20% em valor na comparação com o ano anterior, refletindo a valorização dos itens comercializados. Quando convertido para litros equivalentes, o volume embarcado somou 3,129 bilhões de litros, um salto de 18% ante 2024, o que significa que o mercado internacional absorveu 27% de toda a produção nacional de leite no período. A oferta doméstica também mostrou bons números: a produção total atingiu 11,618 bilhões de litros entre janeiro e dezembro de 2025, marcando o maior volume produtivo da década para o setor e o segundo maior da série histórica argentina. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Fixação Biológica de Nitrogênio reduz em 50% a emissão de óxido nitroso em lavoura de feijão no Cerrado A pauta de exportação foi liderada pelo leite em pó integral, que respondeu por 35% do total embarcado, seguido pelo soro (17%), muçarela (13%), leite em pó desnatado (7%) e queijos de massa semidura (6%). Os produtos argentinos chegaram a 89 destinos globais, mas o Brasil consolidou-se como o principal parceiro comercial disparado, adquirindo 41% do volume exportado pelo país vizinho. Outros mercados relevantes incluíram a Argélia (19%), Chile (7%) e China (7%), além de volumes menores para Uruguai e Rússia. window._taboola = window._taboola || [];
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Por: Redação





