• Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Após conversa entre Lula e Trump, EUA pedem relatório de investigações

Ministro Fernando Haddad disse que pedido veio após Lula falar com Trump sobre combater crime organizado transnacional

O , , afirmou, nesta quarta-feira (3/12), que a Embaixada dos Estados Unidos pediu documentos sobre investigações brasileiras contra a atuação do crime organizado com ramificações em território norte-americano. O pedido acontece após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) . “Recebi notícia da embaixada dos Estados Unidos querendo acesso aos documentos que estão sendo traduzidos para o inglês para que essa ação seja efetivada, afirmou o ministro. Haddad contextualizou que a demanda da embaixada surgiu após o telefonema dessa terça-feira (2/12), entre o presidente e Trump. O relatório solicitado pela Embaixada dos EUA ao qual Haddad se refere diz respeito à Operação Poço de Lobato. A investigação apurou a e a lavagem de dinheiro com ramificações em território norte-americano. Os documentos, informou o ministro, estão sendo traduzidos para a entrega aos Estados Unidos. “Estão utilizando o estado Delaware, nos Estados Unidos, em operações de lavagem de dinheiro. Na operação, são abertas dezenas de empresas. No esquema você faz um empréstimo para esses fundos e (os recursos) voltam na forma de aplicação lícita em atividades econômicas no Brasil, mas o dinheiro que vai para lá não é lícito”, afirmou Haddad na última quinta-feira (27/11). Armas Conforme o ministro, o crime organizado tem atuado de outras formas envolvendo o trânsito de mercadores entre Estados Unidos e Brasil. “Você compra uma mercadoria e, no meio do contêiner, vêm as peças de reposição ou o próprio armamento. Isso está acontecendo no Brasil. Se nós tivermos um controle lá na saída (nos EUA) e um aqui na entrada, vai aumentar a nossa eficiência”, afirmou o ministro ao comentar a operação. Haddad participa nesta quarta de uma cerimônia de assinatura de um Acordo de Cooperação Técnica sobre jogos e apostas entre a Fazenda e o Ministério da Saúde, em Brasília.
Por: Metrópoles

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