• Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Anvisa manda recolher lotes de furosemida e veta manipulado on-line

Medida suspende cinco lotes do medicamento e proíbe divulgação de fórmulas manipuladas vendidas pela empresa Exata Comercial

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na última sexta-feira (7/11), o recolhimento de cinco lotes do 10 mg/ml Solução Injetável fabricados pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda. A medida também suspende a comercialização, a distribuição e o uso dos lotes 25060692, 25060693, 25060694, 25060695 e 25060696. De acordo com a Anvisa, a empresa comunicou o recolhimento de forma voluntária após identificar possíveis fragilidades no vidro das ampolas. O procedimento é uma medida preventiva para evitar riscos aos pacientes e garantir a segurança dos medicamentos distribuídos no país. Leia também A furosemida é usada no tratamento de edemas causados por doenças cardíacas e renais, além de ser indicada em casos de edema pulmonar, cerebral ou provocado por queimaduras. O medicamento também pode ser prescrito em combinação com outros fármacos para o ou na indução de urina em situações de intoxicação. Proibição de propaganda de manipulados A Anvisa também proibiu a divulgação de todas as preparações magistrais produzidas pela empresa Exata Comercial Ltda. A decisão ocorreu porque a empresa estava anunciando medicamentos manipulados em seu site, prática que não é permitida pela legislação sanitária. Segundo o item 5.14 do Anexo da RDC 67/2007, que estabelece as Boas Práticas de Manipulação em Farmácias, não é permitido expor ou divulgar produtos manipulados para fins de propaganda, publicidade ou promoção. Cada medicamento manipulado é feito de forma personalizada, conforme prescrição médica, para atender necessidades específicas de um paciente. Por isso, não pode ser vendido ou anunciado de maneira genérica, já que a fórmula é ajustada de acordo com o quadro clínico, ou restrições de cada pessoa. A Anvisa reforça que a manipulação de medicamentos segue regras rigorosas e que qualquer irregularidade deve ser comunicada aos canais oficiais da agência ou às vigilâncias sanitárias locais. Siga a editoria de e fique por dentro de tudo sobre o assunto!
Por: Metrópoles

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