• Terça-feira, 9 de junho de 2026

Ana Castela apresenta novos cavalos e impressiona com técnica digna das pistas; vídeo

Ana Castela apresentou seus novos cavalos nas redes sociais, arriscou um spin pela primeira vez e voltou a demonstrar a paixão pelo universo equestre que carrega desde a infância no campo.

A cantora Ana Castela voltou a chamar atenção dos fãs nesta semana ao compartilhar vídeos montada em seus novos cavalos. Nas imagens publicadas nas redes sociais, a artista aparece conhecendo os animais, realizando trotes rápidos e até tentando um movimento técnico bastante conhecido entre praticantes de esportes equestres: o “spin”, manobra em que o cavalo realiza giros rápidos de 360 graus apoiado sobre um dos membros posteriores.

Com bom humor, logo após a tentativa, a cantora brincou com os seguidores. “Tá eu e ela tontas”, escreveu ao comentar o desempenho da égua durante a execução do movimento. O episódio gerou repercussão entre admiradores e reforçou uma característica que acompanha a trajetória da artista desde antes da carreira musical: sua forte ligação com os cavalos e com o universo das provas equestres.

Mais do que um elemento de marketing associado à personagem “Boiadeira”, os cavalos fazem parte da rotina e da identidade de Ana Castela desde a infância, vivida entre fazendas na região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e Paraguai.

Embora hoje seja uma das artistas mais populares do Brasil, Ana nunca escondeu que sua conexão com o campo continua sendo uma das partes mais importantes de sua vida.

Em entrevista recente, a cantora afirmou que o contato com os cavalos funciona como uma espécie de terapia em meio à intensa rotina de shows. Segundo ela, cuidar dos animais, permanecer na fazenda e montar são atividades que ajudam a manter suas origens vivas e proporcionam equilíbrio emocional. Ela também revelou ter um cavalo considerado seu “xodó”, chamado Blake, com quem desenvolveu uma ligação especial ao longo dos anos.

A própria artista já contou que aprendeu a montar ainda jovem, enfrentou quedas e medos no início, mas foi ganhando confiança gradativamente. Essa vivência prática ajuda a explicar a naturalidade com que aparece conduzindo cavalos em vídeos publicados nas redes sociais.

Entre as modalidades equestres que mais despertam interesse da cantora está a prova dos Três Tambores, uma das mais populares do Brasil e especialmente forte entre mulheres competidoras.

Publicações recentes relacionadas à artista mostram que Ana mantém interesse constante pela modalidade e continua treinando montaria e percursos. Em conteúdos compartilhados por perfis ligados ao meio equestre, a cantora revelou que já participou de provas de Três Tambores, enfrentando dificuldades comuns a quem inicia no esporte. Segundo relatos divulgados nas redes, ela chegou a cair durante percursos, chorou após algumas apresentações, mas nunca abandonou o sonho de evoluir na modalidade.

Essa ligação com os Três Tambores não surpreende quem acompanha sua trajetória. Antes mesmo da explosão nacional com o hit “Pipoco”, Ana já frequentava ambientes ligados ao rodeio, cavalgadas e esportes equestres, universo que posteriormente seria incorporado à sua identidade artística.

A manobra exibida pela cantora nos vídeos desta semana é uma das mais tradicionais das provas de Rédeas.

Conhecido como “spin”, o movimento exige que o cavalo realize giros rápidos e precisos sobre o posterior interno, mantendo ritmo, equilíbrio e controle. A execução correta depende de treinamento específico, condicionamento físico do animal e comunicação refinada entre cavaleiro e cavalo.

Nas competições profissionais da modalidade, os spins são avaliados por critérios técnicos rigorosos e costumam ser um dos momentos mais impressionantes das apresentações.

Embora Ana tenha tratado a tentativa de forma descontraída, o fato de buscar movimentos desse nível demonstra interesse crescente por técnicas e disciplinas além da montaria recreativa.

Em um cenário em que muitos artistas se aproximam do agro apenas por estratégia de imagem, o caso de Ana Castela apresenta uma diferença importante: sua conexão com os cavalos antecede a carreira musical.

O apelido “Boiadeira”, que acabou se transformando em marca registrada da cantora, nasceu justamente da forte identificação com o estilo de vida rural e com o ambiente das fazendas.

Ao longo dos últimos anos, a artista ampliou sua presença em eventos ligados ao agronegócio, rodeios, cavalgadas e exposições agropecuárias, tornando-se uma das principais responsáveis por aproximar o público jovem do universo rural.

Os vídeos publicados nesta semana reforçam essa imagem. Mais do que mostrar novos cavalos, eles revelam uma artista que continua encontrando no lombo de um cavalo um espaço de lazer, aprendizado e conexão com suas origens.

Para os fãs da “Boiadeira”, fica a expectativa de que os novos animais apareçam cada vez mais nas redes sociais — e quem sabe até em futuras participações da cantora em treinos ou competições equestres. Afinal, se depender da paixão declarada por cavalos e pelos Três Tambores, essa história ainda tem muitos capítulos pela frente.

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Por: Redação

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