Boi gordo segue subindo e R$ 340/@ já entra no radar; escalas de abate apertadas sustentam altaRenovação do rebanho e carne de maior qualidade Segundo a Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO), o principal destaque do ano foi a renovação do rebanho, fator que não apenas elevou o volume de animais abatidos, mas também melhorou o padrão da carne produzida. O protocolo tem incentivado a entrega de bovinos mais jovens e eficientes, características valorizadas pela indústria e pelo consumidor. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Esse movimento sinaliza uma transformação relevante: a sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito e passou a representar ganho direto de produtividade e qualidade dentro das propriedades. A revolução da precocidade No Pantanal, a sustentabilidade também é medida pelo tempo de permanência do animal no pasto. Quanto mais cedo o boi atinge o peso ideal de abate, menores são as emissões e maior a eficiência da fazenda. Em 2025, o abate de animais jovens — entre zero e quatro dentes — cresceu 16% e já responde por mais de 76% dos machos abatidos dentro do programa. Paralelamente, houve queda significativa na participação de animais mais velhos, consolidando a região como produtora de carne precoce, atributo associado a maciez e melhor acabamento. Números que impressionam — e pagam o produtor O volume total de abates dentro do protocolo saltou de cerca de 186 mil cabeças em 2024 para aproximadamente 205 mil bovinos em 2025, avanço de 10,6%. Esse crescimento resultou em um impacto direto na renda das fazendas, com mais de R$ 24 milhões pagos em bônus aos pecuaristas. Na média:
Abate de gado orgânico e sustentável cresce 12% e injeta R$ 24 milhões em incentivos no Pantanal
Os dados da ABPO mostram que a expansão do protocolo reforça a rentabilidade das fazendas, acelera a produção de animais jovens e consolida o bioma como referência em carne de alto valor ambiental. Abate de gado orgânico e sustentável cresce 12% e injeta R$ 24 milhões em incentivos no Pantanal
Os dados da ABPO mostram que a expansão do protocolo reforça a rentabilidade das fazendas, acelera a produção de animais jovens e consolida o bioma como referência em carne de alto valor ambiental. Abate de gado orgânico e sustentável cresce 12% e injeta R$ 24 milhões em incentivos no Pantanal O Pantanal brasileiro voltou a demonstrar, em 2025, que produção pecuária e responsabilidade ambiental podem caminhar juntas — e gerar resultados financeiros concretos ao produtor. O abate de gado orgânico e sustentável registrou crescimento de 12% no período, fortalecendo um modelo produtivo que remunera boas práticas e amplia a competitividade da carne pantaneira no mercado. O avanço reflete uma mudança estrutural na pecuária da região, cada vez mais orientada por critérios técnicos, eficiência produtiva e compromisso com a conservação do bioma. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Modalidade orgânica: prêmio próximo de R$ 185 por animal Modalidade sustentável: cerca de R$ 137 por cabeça Os números reforçam que a adoção de protocolos ambientais deixou de ser apenas uma exigência de mercado e passou a funcionar como estratégia concreta de aumento de margem. Incentivos ampliam adesão ao protocolo Ao todo, foram abatidos 201.519 animais nessa categoria, gerando um incentivo superior a R$ 24,7 milhões aos pecuaristas de Mato Grosso do Sul. O índice médio de bonificação por animal ficou em R$ 137,14, comprovando o potencial do programa como aliado da rentabilidade com preservação ambiental. Dentro da pirâmide de valor do programa, a pecuária orgânica ocupa o nível mais alto. Em 2025, a modalidade atingiu 98,61% de aproveitamento de incentivo, demonstrando forte aderência dos produtores e maturidade do sistema. Pantanal se firma como vitrine da pecuária sustentável O desempenho reforça uma tendência clara no setor: o mercado está disposto a premiar quem investe em gestão, rastreabilidade e responsabilidade ambiental.
Mais do que um nicho, a carne sustentável pantaneira se posiciona como um produto alinhado às exigências globais por alimentos com menor impacto ambiental — sem abrir mão da produtividade. Na prática, o recado ao produtor é direto: sustentabilidade deixou de ser custo e passou a ser receita. O avanço do protocolo mostra que tradição e inovação podem coexistir no coração de um dos biomas mais emblemáticos do planeta, transformando boas práticas em valor econômico real dentro da porteira.
Por: Redação





