O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), autorizou votação remota nesta semana. Um dos objetivos foi minimizar a pressão de prefeitos contra os parlamentares, pedindo que votem contra a PEC do fim da escala 6x1.
A Marcha dos Prefeitos, realizada entre segunda-feira (18) e quarta-feira (20), teve como uma das principais bandeiras a crítica à PEC. Segundo os chefes dos Executivos municipais, o rombo pode chegar a R$ 46 bilhões, já que a nova escala pode exigir mais 700 mil contratações.
Prefeitos preveem aumento de impostos, como o IPTU, para compensar o rombo. O autor da PEC, deputado Reginaldo Lopes (PT), afirma que as prefeituras terão 12 meses para ajustar os contratos e que ele mesmo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/19, que prevê mais 1% de repasse para os municípios. Segundo ele, no geral, “o impacto é muito pequeno”. Os prefeitos discordam.





